| Mastodonte terrificus | ||||||||||||
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Masthodon angustidens | ||||||||||||
| Classificação científica | ||||||||||||
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| M. americanus M. giganteus | ||||||||||||
| Sinónimos | ||||||||||||
| Leviathan Koch, 1841 |
Os mastodontes viveram na América do Norte e também na América do Sul durante o Plistocénico e extinguiram-se há cerca de 10 000 anos. Tinham cerca de 3 metros de altura e pesavam em torno de 7 toneladas. Eram herbívoros que se alimentavam de vegetação macia como folhas verdes e ramos. As suas presas de marfim chegavam aos 5 metros de comprimento. A sua carne foi uma fonte importante de alimento para os primeiros homens que colonizaram a América do Norte.
Os mastodontes distinguem-se dos mamutes pelo formato dos seus dentes, de forma mais cônica e mais adaptados à mastigação de folhas moles.
O Museu Nacional localizado na cidade do Rio de Janeiro possui atualmente uma exposição denominada de "O Resgate do Mastodonte Brasileiro" que é fruto do projeto “Encontro de Gigantes na Pré-História do Brasil Central”.
AGUARDEM: FOTOS E VIDEOS DOS PESQUISADORES E PALEONTÓLOGOS TARABALHANDO



2 comentários:
Bem interessante o estudo, e essa parte prática é fascinante. estive acompanhando os trabalhos desde o início e a cada pedacinho de terra removida uma ansiedade. No entanto, devemos alertar a população/visitantes a importância de se preservar um sítio paleontológico ou arqueológico: dele nada se tira ou deixa a não ser fotos e muito cuidado por onde anda.Pois, materiais podem se perder ou serem danificados.
Valeu: Cíntia Bianca Liberal: Estamos atento ao seu conhecimento!
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